Para tumores de baixo risco, a vigilância ativa para câncer de próstata pode ser uma opção. Saiba quais são os critérios e como o acompanhamento é feito.
Autor e revisor técnico: Dr. Daniel Pianetti — médico urologista registrado no CRM-MG 55.848, com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) 41.502 em Urologia e título de especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
Para alguns casos de câncer de próstata localizado e de baixo risco, a vigilância ativa é uma estratégia segura que permite adiar ou evitar tratamentos. A decisão depende de uma avaliação urológica detalhada, baseada em critérios clínicos e patológicos específicos.
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